A lei LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL
DE 2002, passou a ser reconhecida como meio legal de comunicação e expressão
para os deficientes auditivos. O ensino
da libras faz parte do processo de organização do ensino público inclusivo. Até
o final deste ano (2014), o Ministério da Educação (MEC), por meio do Programa”
Viver sem Limites”, tem como meta abrir 27 cursos de letras-libras para professores
e mais 27 para tradutores e intérpretes, além de 13 cursos de pedagogia, tendo
no componente curricular a educação bilíngue.
O Decreto 5.626, de 22 de dezembro de
2005, determina que todos os cursos de magistério devam incluir a disciplina
Libras como obrigatória. No capítulo II, o documento afirma que os cursos de
magistério em nível médio e superior devem ensinar Libras, incluindo os cursos
de licenciatura nas diferentes áreas do conhecimento e o de Pedagogia. O curso
de formação inicial de professores em letras-libras, para promover a formação
de docentes para o ensino de libras, foi instituído por meio da Universidade
Aberta do Brasil (UAB) e mantém 18 polos. Em 2010, dois novos cursos
letras-libras foram criados pelas instituições federais de Goiás e Paraíba, nas
modalidades presenciais e a distância
fonte Imagem: Uol.com.br
Referências:
LIMA, Priscila Augusta. Uma reflexão sobre o ensino-aprendizagem. Disponível em<https://www.ufmg.br/inclusaosocial/?p=78>. Acesso em 15 de Agosto de 2014.
Libras
faz 10 anos e integra política de inclusão do MEC.
Disponível
em<http://redecomunicadores.mec.gov.br/noticias/3850-libras-faz-10-anos-e-integra-politica-de-inclusao-do-mec>.
Acesso em 15 de Agosto de 2014.

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