A
menstruação também é apontada como a responsável pela defasagem em relação aos
níveis de ferratina alcançados, comparativamente, entre homens e mulheres, em
faixas etárias equivalentes. Na infância, os níveis de ferro no sangue são
iguais nos dois sexos. A situação muda na puberdade, quando esses valores
começam a se distanciar. Na mulher, esses níveis só alcançam números
significativos em torno dos 60 anos, justamente no período da menopausa.
A
anemia é uma das mais importantes consequências dos sangramentos repetidos
referentes à menstruação. A menstruação pode causar e aprofundar uma anemia preexistente,
por conta da grande quantidade de sangue que a mulher perde durante o período.
Para se ter ideia da dimensão, em países desenvolvidos da América do Norte e da
Europa, cerca de 20% das mulheres sofrem de anemia.
A
anemia é uma doença caracterizada pela redução do número de glóbulos vermelhos
e a diminuição na quantidade da hemoglobina no sangue. Sendo essa hemoglobina o
elemento que transporta o oxigênio para os tecidos, os portadores de anemia
sofrem de deficiência em relação à quantidade de oxigênio que chega às células
de todos os órgãos.
O
cérebro e os músculos são os mais comprometidos nesse processo, e a falta de
oxigenação nos dois causa problemas como torpor, sonolência, falta de memória,
dificuldade de aprendizado, cansaço e fraqueza, que são agravados ainda mais no
período da menstruação, num quadro de indisposição geral.
Referências
COUTINHO, Dr.
Elsimar. ANEMIA. Disponível em <http://www.elsimarcoutinho.com/mulher/anemia/.
Acesso em 31 de Outubro de 2013.
Imagem disponível
em < http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/guia/tpm-exercicio-fisico-e-alimentacao-adequada-amenizam-os-sintomas.html>.
Acesso em 31 de Outubro de 2013.

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